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Edição de terça, 9 de agosto de 2022.
(Próxima edição: sexta dia 12.)
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Psiquiatria explica a negação do VAR pelos árbitros



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Charge de Renato Peters - https://ge.globo.com/

O Brasil consegue fazer coisas inimagináveis. É claro que a prostituta tem direito de se apaixonar, mas parece um pouco estranho para a profissão a mistura de “assuntos” do amor com os negócios.

O traficante se viciar é antiprofissional, por assim dizer. E a negação das imagens, isto é, a “briga” com aquilo que se vê, parece ser o ápice do apatifamento a ser feito com o avanço da teoria das provas.

Falo do VAR, absolutamente desmoralizado e apatifado pelos árbitros. É inconsciente – embora em muitos casos seja pura má-fé. Os árbitros, de campo e de vídeo, não podem admitir concorrência. E, pior, o VAR é uma concorrência que acaba com o seu poder divino. Como enfrentar isso? Dizem que que os árbitros se reuniram e decretaram: “Vamos apatifar com o VAR”.

Vamos fazer tantas barbaridades que, ao fim e ao cabo, dirão: erro por erros, ladrões por ladrões, incompetentes por incompetentes, vamos pelos menos poupar recursos e ficar só com os velhos árbitros.

Pronto. Assim se explica os erros gritantes, não do VAR, mas dos intérpretes que “sabem” mais do que o VAR. Ridículos. Patéticos. Só uma boa psiquiatria explica.

O Grêmio sabe bem disso. Perdeu no mínimo dois grandes títulos por causa dessa conspiração dos árbitros.

Trata-se de um neo-negacionismo. Não há imagens; só há o que eu digo que as imagens são. Niilismo. Ludo-niilismo.

O árbitro que apitou Inter e Botafogo faz parte dessa constelação de negacionistas. Neo-negacionistas.

Não tem jeito. A humanidade se supera. Nem a imagem pode ser verdadeira. Tudo é fake.


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