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Espaço Vital, sexta-feira 15.10.
(Próxima edição: terça-feira, 19)
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Grêmio “calça de veludo e bunda de fora”...



Chargista Pacífico

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Todos os dias as redes sociais estão repletas de vídeos de jogadores fazendo festa e fazendo samba e pagode. Pior: estamos ainda em pandemia. E há vídeos que mostram jogadores aglomerando. Há também notícias de que a cobra iria fumar na segunda-feira, dia 16.

Isto porque saiu um vídeo em que aparecem figuras como Luiz Fernando, Geromel, Rafinha e Diego Souza. Difícil saber se é pós-jogo do São Paulo. Ou pós-algum jogo. Mas vídeo é vídeo.  Algo houve. Algo há.

O que importa é a falta de empatia - ou a absoluta falta de empatia - dos jogadores (ou de uma parte deles) para com o sofrimento do torcedor. Sorte deles é que aqui não é o Palmeiras ou Corinthians.

Disse um internauta que o Grêmio parece um banco. É só sacar e gastar.

O time joga tão mal e feio que chegamos ao paroxismo: até com saída do leniente Jean Pyerre o time piora. Pode algo assim?

Mas os salários estão em dia, ao que consta. E os maiores da praça. Rafinha-chinelinho ganha mais de 400 mil por mês. Everton Fake treina em separado, ganhando mais do que isso. Mas isso o torcedor já sabe...

Solução? Já falei aqui de algumas. Não vou repetir. Apenas uma certeza: maçãs podres devem ser retiradas do cesto. Como pode um time da dimensão do Grêmio ter jogadores como Diogo Barbosa? Rafinha?

E observemos JP no campo. Tive a pachorra de cuidar isso. Ele parece não saber que futebol é um esporte de competição. O time empata o jogo e depois fica, melancolicamente, esperando o outro atacar. Até que ocorra o inevitável: o gol do adversário.

E, mais dramático ainda, é quando o gol sai no último minuto dos acréscimos. E o treinador fica indignado, algo como “Oh, céus, como isso pode acontecer?”.

Pois é, Felipão. Que coisa, não?

Enfim, rumo à segundona. Mas de forma fina, elegante, com carrões e festas. Como se diz antigamente, calça de veludo...mas bunda de fora.


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