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Edição Extra, interrompendo, em 11.1.2020, as férias da Equipe Espaço Vital
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A Imprensa Vermelha Isenta e uma frase que vem dos tempos do Brasil Colônia...



Ilustração de Gerson Kauer

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Sobre “A IVI, a vadiagem da bola e o campeonato vadio”

  • “A régua da sabedoria sempre aumenta, ao ler o professor Lenio Streck. Apenas um detalhe: a ´bola vadia´  já fora expressada por Marco de Vargas em Grêmio 2 x 0 Libertad (25.07.19). Isso resultou no afastamento desse belo narrador dos jogos do Grêmio, depois dos tambores colorados sedentos por ´isenção´ da imprensa. A IVI e os colorados em boa parte seguem a norma que se perpetua desde o tempo dos homens bons, no Brasil colônia: ´Aos amigos, tudo; aos inimigos, os rigores da lei´.  Conclusão: Maurício Saraiva é tão pedante, que acaba deturpando uma gíria elogiosa...”

(ass). Evandro Alberto Schuler, professor.

  • “Todos deveriam ler ´Futebol ao Sol e à Sombra´ (livro de Eduardo Galeano), pelo menos quem gosta de futebol e de boa literatura. Sobre a tal ´bola vadia´, achei graça quando ouvi o vermelho pronunciar a frase. No dia seguinte, fiz uma analogia como que se o futebol fosse como uma p*ta, sob um suposto olhar de um outro escritor: Bukowski. P*ta porque ora está de amores com um, amanhã com outro e assim por diante. No Brasileirão, o Saci mantêm a moça no colo, mas depois da recente crise, já fixa os olhos no colo do Galo, do São Paulo...”

(ass.) Rodrigo Severo, contador.

  • “É, professor Lenio. Não dá pra esperar maçãs de uma pitangueira. Renato é o que é: um peladeiro das barrancas do  Taquari. Conheci tipos assim às pencas em Encantado. E a cabeçudice gringa só piora. Vivo dizendo que se Portaluppi tivesse mais cabeça, poderia ter sido tão festejado na Itália quanto Falcão e Ronaldinho. Mas, fazer o quê? Ele ganha Gre-Nais”...

(ass). César Augusto Hülsendeger, auditor público externo, jubilado.

 

Sobre “O Senado é esse...” 

  • “Uma ação popular e/ou uma ação civil pública certamente poderiam  fazer Davi Alcolumbre restituir aos cofres a soma apropriada ilegalmente. Aliás, qualquer cidadão é parte legítima para pleitear a restauração do patrimônio lesado, mas o Ministério Público Federal é obrigado a tanto. Ou o caso vai se resumir na notícia do escândalo?”

(ass). Dorvalino João Uez, advogado.

 

  • “Essas histórias, o caríssimo professor Emílio não nos contava nas aulas de Processo do Trabalho e de Prática Processual do Trabalho, na Casa de André da Rocha. Mas as suas aulas tinham a leveza e a sapiência que transparecem no texto, dignas de um operador calejado e competente. Um grande abraço de seu ex-aluno, professor!”

         (ass.) César Augusto Hülsendeger, auditor público externo jubilado.

 

Sobre “No futuro, os fóruns não precisarão de espaço físico”

  • “O que deverá ocorrer com os prédios em que foi gasto tanto dinheiro público? E como será o convívio social dos funcionários? Cada vez nos isolamos mais - mas, em contrapartida, os funcionários terão mais qualidade de vida e mais segurança, não precisaremos nos expor tanto. Logo, logo, seremos substituídos por máquinas”.

(ass). Giani Duarte, servidora pública. 

 

Sobre “Hackers invadem sistema do STJ e causam confusão no tribunal”

  • “Nunca acreditei em segurança eletrônica ou qualquer similar. Por isso, penso que o processo eletrônico, assim como urnas eletrônicas para votação, não são tão seguras como apregoado. Qualquer um destes sistemas, quando colocados à frente de um hacker bem instruído, é frágil, manipulável ao gosto do invasor. Ele pode retirar, acrescentar, modificar dados existentes no processo eletrônico, sem que os responsáveis possam verificar a tempo de impedir”.

(ass.) Airton Antônio Aimi, advogado.

 

Sobre “A bola de toga”

  • “É impressionante como as palavras revelam preconceitos. No caso do colunista Roberto Siegmann são conceitos. Não citar ao menos os nomes dos outros dois candidatos, em favor de seus colegas do mundo do Direito, é vergonhoso. Mais ainda, pressupor que pessoas que não estejam na elite da sociedade são um risco para o Inter. Em tempos recentes, vimos como pessoas notórias podem dilapidar uma instituição, em prol de interesses pessoais. Texto lamentável da Jus Vermelha, que revela profundo ressentimento. E pensar já estivemos do mesmo lado”.

(ass.) Ricardo Bueno, jornalista.

 

  • A propósito do comentário acima, o colunista Roberto Siegmann responde à crítica (acima) do leitor Ricardo Bueno: “No texto, além de abordar a participação de dois magistrados nas eleições do Internacional - tema pertinente, já que o Espaço Vital aborda majoritariamente temas jurídicos - também faço referência aos demais candidatos. Tanto que menciono, conforme o que é de meu conhecimento, as suas ocupações. Sendo a advocacia e a magistratura temas jurídicos caros ao EV, fica evidente o motivo pelo qual abordo a participação dos magistrados na referida eleição, sem preterir os demais candidatos por suas ocupações (ou o que sei delas). De qualquer maneira, um aspecto não pode ser afastado: conhecer os candidatos e suas propostas é verdadeiro exercício do voto consciente”.

 

Sobre “Deve ter havido alguma treta!

  • “Foi só saírem os cavalos cansados, o incensado Maicon, e também Robinho e Diego Souza, e o time passou a jogar com mais velocidade. O futebol de hoje exige muita intensidade. Renato Portaluppi pensa que treina times dos anos 70”.

(ass). Wilson José dos Santos, funcionário público.

 

Sobre “Fumu iunis burios”

  • “A respeito do escorregão verbal do deputado catarinense Clarikennedy Nunes, no que se refere à expressão em latim, creio que ele quis dizer - da maneira dele obviamente - que "fomos todos burros", ao termos votado nesse governador que é alvo do impeachment”.

(ass.) Alex Jung, advogado.


A PALAVRA DO LEITOR

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