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Edição Extra, interrompendo, em 11.1.2020, as férias da Equipe Espaço Vital

“Se o Conselho Federal da OAB fosse isento e independente”...



  • Sobre “O pó que assustou os juízes”

“Nos tempos em que uma pandemia virou ´justificativa´(...)  para se realizar o maior desejo dos ´agentes políticos´ - que é ficar em casa, trabalhando o mínimo do mínimo - uma sustentação oral como a retratada no Romance Forense seria inimaginável... Aliás, qualquer técnico medíocre de informática é capaz de colocar a imagem gravada de um juiz ou promotor, parecendo que participa dos tais julgamentos em tempo real”.

(ass.) Paulo Américo de Andrade, consultor de empresas (MG).    

  • Sobre “O juiz autêntico e a testemunha mentirosa”

“Escrevo para parabenizar o Espaço Vital. É uma delícia ler esta revista eletrônica, pois além de nos informar e esclarecer, também nos emociona, além de nos presentear com artigos que deveriam ser publicados e lidos por todos os brasileiros”.

(ass.) Maria Augusta Bueno Rosa, advogada (MG).

  • Sobre “O Partido da OAB/RS”

“Parabéns ao Presidente da OAB/RS pelo excelente artigo. De fato, está mais do que na hora de o Conselho Federal da OAB, a exemplo da Ordem gaúcha, lutar pelas prerrogativas dos advogados e afastar-se da política partidária”.

(ass.) Alex Jung, advogado (RS).

“Uma pergunta correta é o que presidente da OAB/RS faz pelos advogados gaúchos. Minha resposta: nada! Em termos de defesa da advocacia perante o Judiciário a inércia dele é total!”

(ass). João Pedro Motta, advogado (RS).

“Apoio o presidente Ricardo Breier. Sem partidarismo na OAB. Esse presidente nacional, Felipe Santa Cruz - militante político desavergonhado - deveria responder a processo administrativo, se o Conselho Federal fosse isento e independente”.

(ass). Silvio Tadeu de Ávila, advogado (RS).

  • Sobre “O STF e os 2% de credibilidade”

“Os ´influencers´ das redes sociais estão cumprindo seu papel de semear a cizânia: quanto mais confusão, melhor! Claro que o ministro Marco Aurélio pisou (feio!) na bola, mas a sua participação foi uma na linha de erros desse caso. As redes sociais pululam de saudosos das Capitanias Hereditárias... E os tudologistas da nossa imprensa também contribuem para criar esse clima”.

(ass.) César Augusto Hülsendeger, auditor público externo, jubilado (RS).   

  • Sobre “Juízo 100% digital: algoritmos julgando vidas?”

“Nos anos 70, foi feita uma experiência de julgamento mecânico dos processos de acidente de trabalho no ABC paulista, usando computadores ´mainframe´ (os PCs só vieram no início dos anos 90), até porque, teoricamente, eram causas de baixa complexidade e sem exceções possíveis (também teoricamente). Foram resultados desastrosos! Não existe inteligência artificial. É uma ideia infeliz e "defensiva" (alergia ao trabalho?...). Uma era de horrores”.

(ass.) Paulo Américo de Andrade, consultor de empresas (MG).

  • Sobre “O grande negócio dos juros legais”

“Há erro em comparar a rentabilidade de investimentos à compensação da mora + reposição da perda inflacionária em juízo. O credor judicial - ao contrário do investidor - não optou por abrir mão da disponibilidade financeira em troca do rendimento, e sim foi privado ilicitamente do que lhe cabia, com os transtornos daí decorrentes. E como nós, advogados, não trabalhamos de graça, cabe descontar, no cálculo da suposta rentabilidade, os honorários contratuais - com o que ela cai.

Os investidores podem também, com alguma perda, resgatar o capital caso lhes surja um imprevisto ou aplicação mais atraente. O credor judicial não pode. O devedor judicial é que pode, potestativamente, cessar a correção e os juros supostamente tão vantajosos ao credor - seja pagando a dívida ou depositando em juízo o valor enquanto a discute”.

(ass). Henrique Júdice Magalhães, advogado (RS).

  • Sobre “Uma proposta sobre às eleições diretas na OAB Nacional

“Discordo do critério proposto pela articulista. A reforma tornaria direta a eleição da diretoria do Conselho Federal da OAB, e nas Secionais, onde a diretoria já é eleita diretamente, os conselheiros federais concorreriam em chapas próprias, distintas da diretoria do Conselho, assim como a diretoria e Conselho Fiscal da Caixa de Assistência. O Conselho Federal será como o Senado, composto por representantes das Seccionais”.

(ass). Edison Oliveira e Silva, advogado (PA).

“Perfeita a ideia exposta pela advogada Marina Gadelha. Num regime democrático, não se admite mais essa eleição indireta que não representa a vontade da classe de advogados, permitindo as distorções que vemos atualmente, em que o atual presidente nacional da Ordem não representa a maioria da classe! Essa mudança deve ser implementada já, para a próxima eleição!

(ass.) Dalton Lavor Moreira, advogado (PA).

  • Sobre “No Direito Previdenciário, direito cada vez menos tem sido justiça!”

“ Parabéns à doutora Alda Cristina de Souza Freitas pelo texto. Ele reflete a dura realidade dos operadores do direito junto à Justiça Federal. Esta, durante muito tempo, foi um ramo do Poder Judiciário diferenciado; era combativa contra a política antissocial adotada pelo INSS na relação segurado x autarquia. Todavia, a burocratização processual criada nos últimos anos dificulta o acesso do segurado ao melhor conceito de JUSTIÇA. Penso que o amor à Constituição deve prevalecer, e a humanização processual deve acontecer”

(ass.) Milton Fernando dos Santos, advogado (RS).

  • Sobre “A diversidade da cota de gênero

“Uma pergunta se faz necessária: se as mulheres já são maioria em números absolutos e em várias profissões (na OAB já é assim), por que elas não votam em mulheres? Se as próprias mulheres não votam em mulheres, reclamar de quê?”.

(ass.) Flávio da Rosa, aposentado (RS).

  • Sobre “Transação milionária no mundo do futebol”

“O maior erro do Grêmio foi apostar em Thiago Neves em pleno 2020. Sugiro matéria sobre o possível ativismo "clubista" em órgãos como STJD, Ministério Público, Prefeituras e outros que teriam o poder de interferir - ou não - em assuntos legais ligados ao esporte”.

(ass.) Franciones Santos, estudante (RS).

  • Sobre “Cientistas de três universidades vêm estudar o chapabranquismo tricolor !

“Mais uma vez, o professor Lenio Streck maravilhosamente ácido-inteligentíssimo. Também já fui alvejado pelos monges sábios deuses gremistas, duvidando do meu gremismo... porque nunca aceitei Luan como referência. Quase apanhei... Viva a resistência à IVI e ao CBG (chapa branquismo gremista)!”.

(ass.) Evandro Alberto Schuler, professor (RS).

  • Sobre “A quem interessa a exclusão da advocacia?”

“Muita lúcida a análise de Dra. Alessandra Camarano. Em tempos nefastos, a advocacia é a primeira que tentam calar. O art. 133 da nossa CF está esquecido nos rincões desse Brasil”.

(ass.) Gabriel Magno Rodrigues Tolentino, advogado (Minas Gerais).


A PALAVRA DO LEITOR

Se você quiser esclarecer, comentar, detalhar, solicitar correção e/ou acréscimo, etc. sobre alguma publicação feita pelo Espaço Vital, envie sua manifestação.

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