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Porto Alegre (RS), sexta-feira, 27 de novembro de 2020.
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O que mudou no futebol do Inter



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Foi uma segunda-feira para aplacar as preocupações da torcida colorada, pois o nosso sono foi embalado pela confortável liderança no Brasileirão – para mim o principal campeonato em disputa pelo Internacional.

O nosso time se apresentou bem, com uma qualidade superior ao que vinha ocorrendo. O técnico promoveu alguns ajustes que todos entendiam necessários.

Algo mais aconteceu e uma breve retrospectiva remete ao que houve no vestiário.  Não apenas a troca de nomes, mas a providencial extirpação da invasiva política que o contaminava. Há muito apontava que ela estava presente na pessoa de Alessandro Barcelos, o vice de futebol alçado a candidato presidencial. 

A alta pretensão dele é enigmática: um ilustre desconhecido do torcedor e que saiu da direção do futebol com uma coleção de derrotas. Enquanto ele e seus companheiros, todos com cargos diretivos, traçavam estratégias políticas a barca fazia água.

A intervenção do presidente foi providencial e o resultado está aí para quem quiser enxergar.

Também alertei para a nefasta aventura que está sendo articulada: uma disputa que, em um dos lados, terá uma chapa cuja principal identidade não é o Internacional, mas a massa popular dos torcedores.

Infelizmente não errei em uma oportunidade recente, quando fomos levados à segunda divisão, mas espero errar agora.

Sugiro aos conselheiros e demais associados que reconstruam a vida pessoal de cada um dos candidatos. Indaguem do que vivem e o que fizeram ao longo da vida.

Somente assim estaremos evitando mais uma aventura a marcar a nossa história.


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Montagem EV sobre foto SCI (Divulgação)

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Foto: TJRS (E); Divulgação: Palácio Piratini (D)

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Ricardo Duarte / S.C.I.

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