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Porto Alegre, sexta-feira, 18 de junho de 2021.
(Próxima edição: terça-feira, 22).
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A vida nem sempre foi justa com Martha Rocha



Reprodução Instagram

Imagem da Matéria

· “A Vida não é Justa” (1)

A juíza carioca Andréa Pachá, de brilhante carreira na magistratura e também escritora, em seu livro “A Vida não é Justa” explora a complexidade do fim das relações amorosas. Também escreve sobre a construção do conceito do amor, do ideal sobre o relacionamento e a felicidade.

A obra adentra nas dificuldades em lidar com o desamparo e as frustrações. E de como ainda é complicado assumir o fracasso e seguir adiante.

· “A Vida não é Justa” (2)

E por que o introito aí de cima? É que a eterna Miss Brasil, Martha Rocha, que morreu no domingo, aos 87 de idade, por insuficiência respiratória seguida de infarto, tinha anunciado em março que “estava indo morar em uma pousada para idosos, por questões financeiras”. Em 1961, com 18 anos, quando ficou em 2º lugar no concurso de Miss Universo, chegou a ser a pessoa mais famosa do Brasil por anos a fio, e endinheirada.

Casou em 1964. Seu calvário começou aos 23 de idade, quando enviuvou do empresário português Álvaro Piano, pai de dois de seus filhos, ainda pequenos. O cônjuge morreu tragicamente num acidente de avião na Argentina em 1967. Os vários capítulos da debacle dariam um livro, que poderia ser titulado como “A Vida nem sempre é Justa”.

· Urgente há 20 anos...

Às 6h., numa manhã da semana passada, o produtor de filmes Daniel Filho, 82 de idade, dormia no seu apartamento, no Leblon, no Rio, quando foi acordado por batidas à porta do apartamento onde mora há 11 anos: “É a polícia! Abra urgente, ou vamos arrombar”.

Imaginando que fossem assaltantes, o visitado reagiu aos visitantes e não abriu.

Em meio aos berros que perpassavam a porta e ecoavam no corredor, Daniel conseguiu se entender com a procuradora que acompanhava a diligência. Fora um engano, e o ex-global era suspeito de nada.

Aberta a porta, os agentes mostraram os documentos: a investida buscava apreender documentos relativos ao genro de Castor de Andrade, o bicheiro Fernando Ignácio, e que dali se mudara há 20 anos.

Meio parecido com o que aconteceu, um mês atrás, na residência da advogada gaúcha Anália Goreti da Silva, em Campo Bom (RS), vítima de uma, até agora inexplicada, trapalhada de policiais civis de Pelotas. Só que nesse caso, os policias chegaram arrombando.

· Agilidade exemplar

A advogada Fernanda Oltramari (OAB-RS nº 32.824) - que tem escritório em Marau (RS) - relatou ontem, com satisfação, um fato quase exceção na rotina forense. O texto dela por si só se explica:

“No meio de tantas angústias vivenciadas pelos advogados e pelas partes em época de pandemia, após longo período de greve, recesso de dezembro/janeiro, nesta data recebemos uma ótima notícia. Uma ação monitória, ajuizada em 6 de maio deste ano, pelo nosso escritório na Comarca de São Francisco de Paula, foi sentenciada exatamente dois meses após a propositura da ação. Parabéns para o magistrado Carlos Eduardo Lima Pinto”. (Proc. nº 50003426220208210066.”

Oxalá Madame Tartaruga Jurisdicional passe sempre longe de São Chico!

· “Direito sucessório” à propina

As revelações sobre o modus operandi da relação entre empreiteiras e políticos ainda espantam até aqueles que acham que já viram de tudo em seis anos de Lava-Jato. Em uma audiência virtual ocorrida na semana passada na 7ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral contou ao juiz Marcelo Bretas como passou o bastão da propina ao sucessor, Luiz Fernando Pezão.

Cabral disse que, às vésperas de deixar o governo do Rio de Janeiro, em abril de 2014, foi promovida uma reunião entre ele, Pezão e o então príncipe dos empreiteiros, Marcelo Odebrecht.

Era para combinar a sucessão dos acerto$$$: quanto pagar, onde pagar, a quem pagar.


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