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Porto Alegre (RS), Atualização extra às 8h45 de 23.9.2020
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Quarta-feira de Cinzas não é enterro dos ossos



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Em pouco tempo estamos repetindo a nossa história recente na Libertadores. Esperávamos uma vitória, ou ao menos um empate com gol no jogo com o Tolima, ontem (19), mas a partida foi encerrada com um 0x0 preocupante.

O Internacional sai vivo para o jogo da volta na próxima semana no Beira-Rio. Será em uma Quarta-feira de Cinzas que não pode, de jeito algum, se transformar em enterro dos ossos. Mais uma vez há risco, especialmente diante da hipótese de o adversário marcar um gol. Isso dificultaria muito, pois um confronto por si só nervoso, tornar-se-ia ainda mais repleto de ansiedade.

Ainda não encontramos o nosso jogo, bem como as alternativas considerando os atletas disponíveis.

Os comentários da imprensa foram de críticas contundentes. Entretanto, ao mesmo tempo, o jogador destacado na partida foi o goleiro do Tolima. É uma contradição, pois significa que atacamos, mas não marcamos pela atuação dele.

Não há dúvidas de que o principal jogador do Internacional foi Boschilia. A cada partida ele vem se afirmando, revelando uma qualidade técnica irrefutável. Demonstrou não ter receio de chutar a gol quando possível, independentemente da distância.

É uma louvável ousadia.

O nosso técnico, que aos poucos vamos conhecendo, mais uma vez revelou o seu desejo de mudar, de oportunizar soluções. Adotou uma decisão agora polêmica, mas assumiu a responsabilidade. Deixou D’Alessandro no banco dando espaço para o Marcos Guilherme. É criticado e talvez aí com razão, por não ter tentado mais, utilizando as outras alternativas nas possibilidades de substituições.

Os números colhidos pelos observadores não são desfavoráveis ao Internacional. Muito mais posse de bola e mais acerto nos passes. Continuo, como significativa parcela dos colorados, acreditando que o caminho é esse.

Nas manifestações ao final do jogo, desprezados alguns excessos como a alegada altitude, foram apontados o desgaste com a viagem (parte aérea e outra terrestre) e o empenho no Gre-Nal. O nosso técnico reconheceu as fragilidades e a necessidade de encontrar soluções.

Bem, abstraindo as dificuldades e a preparação técnica para o próximo confronto com o Tolima, esperamos de todos uma expressiva e minuciosa mobilização.

Direção, comissão técnica, atletas e torcedores devem juntos construir a vitória que nos manterá na disputa da Libertadores.

Vamos à luta!


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