Ir para o conteúdo principal

Edição de sexta-feira , 19 de setembro de 2019.
https://www.espacovital.com.br/images/on_off_2.jpg

E o cartório, como fica?



Imagem da Matéria

A tecnologia no Judiciário vem crescendo bastante, são inteligências artificiais em quase todos os tribunais do país, ideias de robôs-juízes, entre tantos outros planos de auxílio para enfrentar o crescente número de processos, a falta de material humano e recursos para julgá-los.

Um interessante projeto em Guarulhos (SP) nos trouxe mais uma tecnologia ON a este manancial já existente. Uma tecnologia que irá literalmente substituir a mão de obra humana: os robôs que automatizam funções cartorárias.

E este robô já trouxe resultados financeiros expressivos: Baixou de 600 mil processos de execução fiscal para 200 mil processos e ainda extinguiu mais de 200 mil execuções. E o que ele faz?

Algumas atividades do robô: + Cadastro e digitalização de documentos; + Cadastro e juntada de petições intermediárias; + Alocação de processos para um usuário; + Carregamento de processos na fila do fluxo de trabalho; + Análise de pedido de citação por edital e conferência de texto;

Ou seja, o robô manda e desmanda no serviço cartorário!

E isto é bom? Claro! Tudo que é repetitivo – como o ser humano servindo apenas para carregar papel e carimbar - o robô faz, 24 horas por dia, 7 dias por semana, sem café, sem pausas para ir ao banheiro, sem faltas.

Então não precisamos de seres humanos? Outro erro! Precisamos - e muito - do material humano. Entretanto, cada vez mais, de seres humanos pensantes, ativos em atitudes e focados em resultados e soluções para o propósito do negócio.

E qual o propósito do cartório? Gerir o processo com celeridade para o julgamento, além de respeitar tudo que é inerente a fluxos processuais. Assim, quanto mais a tecnologia identificar gargalos que podem ser resolvidos rapidamente, o ser humano pode focar noutros planos.

Por que esperar anos por um carimbo de trânsito em julgado? Meses para uma juntada de petição? Dias para conclusão ao juiz?

Vamos deixar a máquina ajudar no que ela pode ser útil e nos concentrarmos em soluções viáveis aos litígios, inclusive fora do Judiciário.


A PALAVRA DO LEITOR

Se você quiser comentar ou esclarecer alguma notícia, disponha deste espaço.
Sua manifestação será veiculada em nossa próxima edição.

Comentários

Banner publicitário

Mais artigos do autor

Imagem Inmetrics.com.br

Privacidade custa caro!

 

Privacidade custa caro!

“Devemos estar atentos à Lei Geral de Proteção de Dados que entra em vigor em agosto de 2020. Dirão alguns que ´falta mais de um ano para a lei entrar em vigor, temos tempo´ etc... Ledo engano! Basta ler a lei para perceber que as adequações necessárias a empresas, incluindo escritórios de advocacia, será grande. Urge começar o quanto antes”.

Chargista Amarildo

Não existe almoço grátis!

 

Não existe almoço grátis!

“Há advogados que postam suas próprias feições de agora, dizendo ´Protocolada a petição inicial´. Depois, a foto – bem mais velho - gerada pelo aplicativo, comemorando ´Alvará recebido´... Será que os profissionais da advocacia sabem o que estão autorizando o FaceApp a fazer com seus dados pessoais?"

Imagem YouTube

O que é verdade?

 

O que é verdade?

“Temos acompanhado os debates sobre supostas conversas de juízes e procuradores. O foco aqui é debater a respeito de como obter a verdade em tempos de redes sociais, saites, internet e fake news”.

A regra é estar em constante movimento!

“A França proíbe a divulgação de informações estatísticas sobre as decisões de juízes, numa lei que prevê até cinco anos de prisão. No Brasil, o aplicativo ´Supremo em Ação´ mostra, na palma da mão, como votam os 11 ministros do STF”.

Google Imagens

Conectados, interdependentes e sem privacidade!

 

Conectados, interdependentes e sem privacidade!

“A recente notícia da criação da moeda virtual Libra, pelo Facebook, criou um alvoroço na Europa. Já há países pedindo pareceres aos bancos locais sobre o possível impacto desta criptomoeda no mercado e o quanto isto pode, ou não, ser prejudicial à economia