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Porto Alegre (RS), sábado,
28 de março de 2020.

Babaquice tupiniquim



Coincidência. No mesmo espírito de registro de hoje, no Espaço Vital, “O temor irônico de advogados: terem que usar gel no cabelo...”, o jornal O Globo, do Rio, publica hoje (8) interessante matéria sobre o insensível uso obrigatório de paletós e gravatas, pelos advogados, em alguns tribunais.

Escreve o colunista sergipano, radicado no Rio:

O Órgão Especial do TRF da 2ª Região gastou, ontem (7) mais de uma hora para decidir, por maioria de votos, que advogados (tan, tan, tan, tan!) terão, sim, de usar terno e gravata durante as sessões, mesmo durante o verão, ao contrário de três outros tribunais regionais (TJ-RJ, TRE-RJ e TRT-1).

De um lado, tinha desembargador defendendo a retirada do adorno em torno do pescoço por causa do imenso calor nesta época do ano. (A OAB tem pesquisa mostrando que, entre os advogados, 46% têm pressão alta, bem acima da média nacional, de 25,7%, e o quadro pode se agravar com o tempo quente).

Do outro lado, havia magistrados defendendo a gravata em nome do “decoro e o respeito” ao Poder Judiciário.

A vice-presidente da OAB-RJ, Ana Tereza Basílio, considerou o debate sobre a gravata uma “babaquice tupiniquim”.

Ela ainda brincou com o fato de o marido, André Ricardo Cruz Fontes, presidir o TRF-2:

— Hoje ele vai dormir na portaria! – arrematou.

Leia nesta edição do Espaço Vital

“O temor irônico de advogados: terem que usar gel no cabelo”...


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