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Edição de terça-feira , 20 de agosto de 2019.

Seis tiros certeiros matam advogado gaúcho em seu escritório



Camera Press

Imagem da Matéria

O advogado Itomar Espíndola Dória exercia sua profissão em várias comarcas do Vale do Taquari

O advogado Itomar Espíndola Dória foi assassinado em Taquari (RS), por volta das 14 h de anteontem (12). Ainda não há informações sobre suspeitos do assassinato, mas a polícia lida com a hipótese de execução encomendada a um matador de aluguel.

De acordo com informações da Brigada Militar, um homem chegou ao local do crime e pediu para a secretária (sobrinha do advogado) informar a ele que ele gostaria de esclarecer uma dúvida sobre uma possível ação trabalhista.

Aberta a porta do gabinete, o suposto cliente abriu o casaco e disparou nove tiros. Seis atingiram a vítima. O advogado não teve tempo nem para levantar-se da cadeira.

Imagens das câmeras de segurança do escritório foram usadas pela Polícia para tentar identificar o assassino, mas a baixa qualidade de resolução não permitiu ver detalhes do rosto do suspeito. O homem branco, magro e alto vestia camiseta branca e chegou ao escritório em veículo Fiat Uno branco, conduzido por outra pessoa. Toda a ação levou pouco mais de um minuto.

No final do dia, foi localizado o carro utilizado pelos suspeitos. O veículo Fiat Uno foi incendiado pelos criminosos e encontrado próximo às margens da RST-287, em Taquari. O carro havia sido furtado na noite anterior, próximo ao trevo de aceso a Bom Retiro do Sul.

O presidente da OAB-RS, Ricardo Breier esteve duas vezes em Taquari: poucas horas depois do assassinato na quarta-feira e ontem (13) participando dos atos fúnebres.

O presidente nacional da Ordem, Claudio Lamachia, chegou ao RS – vindo de Brasília – ontem à tarde, especialmente para participar do sepultamento. Logo após conversou com o secretário da Segurança Pública, Cesar Schirmer, solicitando rigor nas investigações.

A polícia busca pistas iniciais revolvendo autos processuais na Justiça do Trabalho, em busca de ações que possam ter tido controvérsias e/ou condenações financeiras (ou patrimoniais) de vulto).


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