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Edição de sexta-feira , 21 de dezembro de 2018.
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Carteira verde e amarela para flexibilizar encargos da CLT



Chargista Sinfrônio

Imagem da Matéria

• Carteira verde e amarela

Jair Bolsonaro propõe a criação de um documento para jovens de 20 a 25 anos. O documento será voluntário, e quem aderir terá um contrato de trabalho com direitos reduzidos. O objetivo é diminuir custos para gerar empregos. Ainda não está definido se, após a idade limite, o trabalhador poderá optar ao modelo com todos os direitos.

• Fim da unicidade sindical

O candidato do PSL também defende o fim do imposto sindical obrigatório, extinto na reforma trabalhista, mas quer acabar com a unicidade sindical, para permitir que os trabalhadores tenham liberdade para se associar. Atualmente, só é permitido um sindicato por categoria em determinada base territorial (município). Isso assegura uma reserva sindical às entidades.

 Expediente em órgãos públicos

Fernando Haddad propõe o “Meu emprego de volta” para combater o desemprego entre os jovens. Por esse programa, estudantes de ensino médio poderão dar expediente em órgãos públicos e receber uma bolsa de R$ 500 mensais.

 Revogação da reforma

O candidato do PT quer revogar a reforma trabalhista e criar o Estatuto do Trabalho. Quer assegurar um salário mínimo para os trabalhadores intermitentes (por hora) e a redução da jornada de trabalho. Propõe também a volta do imposto sindical.

 Palavras ao vento

Além de ter dado em nada, a tentativa de Fernando Haddad de cooptar Joaquim Barbosa para declarar apoio público à candidatura do petista irritou o ex-presidente do STF.

Barbosa disse a interlocutores da “rádio-corredor” da OAB brasiliense que, na conversa que tiveram, “Haddad não apresentou novidade alguma em seu programa de governo, além das já anunciadas antes do primeiro turno”.

 Língua solta

O TRF da 4ª Região talvez julgue amanhã (24) uma etapa jurídica importante para o destino de Antonio Palocci. A 8ª Turma pautou decidir quais os benefícios a que o ex-ministro de Lula e Dilma terá direito, como decorrência de sua abrangente delação premiada.

Palocci sonha, claro, com o melhor – e que talvez seja impossível: a liberdade imediata.

 Propina educacional

Na delação de Luiz Carlos Velloso, ex-subsecretário de Transportes do Rio de Janeiro e de seu irmão Juscelino, sobre a suposta propina (R$ 2.140.000) que teria sido paga ao gaúcho Augusto Nardes, chamam a atenção dois documentos – digamos – “educacionais”.

São dois boletos de anuidades escolares (um de R$ 5.100; o outro de R$ 5.700) pagos à Escola Americana de Brasília, em suposto benefício dos filhos do ministro do Tribunal de Contas da União. Na espera dos próximos capítulos, o TCU já decidiu que o afastamento de Nardes não está nas conjeturas imediatas. Só acontecerá se houver a abertura de uma ação penal. Coisa para, talvez, 2019.

A ex-presidente Dilma está estocando esperanças.

 Penduricalho conjugal

Vazou outro trecho da gravação do ex-juiz federal Wilson Witzel (PSC), candidato ao governo do Rio, ensinando – sem cerimônia - a colegas a engenharia financeira para aumentar seus vencimentos.

Além do truque para driblar a tesouraria da Justiça Federal, Witzel revela textualmente: “A Bolsa caiu, eu coloco meu dinheiro lá. Eu sou arrojado. Minha mulher é advogada e tem dinheiro, então posso ser arrojado”.

 No cardápio de Moro

O Ministério Público Federal no Paraná decidiu, na sexta-feira, dar continuidade ao indiciamento de Abílio Diniz e da antiga cúpula da BRF (dona da Sadia e da Perdigão).

A capitulação: organização criminosa, estelionato, crime contra a saúde pública e falsidade ideológica. Pratos jurídicos congelados e apimentados.

 Oportunistas

Ao pedir à Frente Parlamentar da Agricultura a indicação de um possível candidato ao Ministério da Agricultura, para um eventual governo, Jair Bolsonaro atiçou o grupo formado por 261 deputados e senadores. Destes, alguns já falam na edição de uma medida provisória do início de 2019 perdoando dívida dos produtores com o Funrural, estimada em R$ 17 bilhões.

O programa de parcelamento de débitos que acaba em novembro teve modesta adesão no campo. Os devedores estão apostando caraminguás.


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