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Edição de terça-feira , 11 de dezembro de 2018.

Pai esperto e senador ativo



Onze anos depois do escândalo, Renan Calheiros, 62 de idade, ainda não foi julgado por ter, supostamente, recebido dinheiro da Construtora Mendes Júnior para o pagamento de pensão à filha que teve com Mônica Veloso. Na “rádio-corredor” do Supremo porém divulgou-se, na semana passada, que a ação entra em pauta no segundo semestre.

Por isso, o esperto político empenha-se em fazer com que o julgamento aconteça antes de 14 de setembro, na 2ª Turma.

É que, segundo o locutor plantonista, Renan espera contar com os votos de Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli a seu favor. Após, Toffoli será substituído no colegiado por Carmem Lúcia. E então, Renan estaria temeroso de que o paraíso possa fechar-lhe as portas.

Senador ativo

Três vezes presidente do Senado, Renan também é autor de quatro livros: “Em Defesa de um Mandato Popular”, “Contadores de Balelas”, “Do Limão, uma Limonada” e o prosaico “Sem Justiça não Há Cidadania”.

Agora ele trabalha para reeleger-se (quarto mandato) em outubro. Seus planos avançam 2019 a dentro: a reconquista, em fevereiro, da presidência do Senado.

Seria a suprema consagração para o hoje milionário que chegou a morar de favor na casa de um amigo, e que antes de entrar na política (1980) possuía apenas um Fusca de patrimônio.


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