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Porto Alegre (RS), terça-feira, 7 de julho de 2020.

A falta de transparência da Agência Nacional de Saúde Suplementar



Chargista Cícero – www.art.br

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Única modalidade com correção de preços regulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de saúde individuais tiveram reajuste fixado judicialmente em 5,72% - após três anos de generosos aumentos (todos administrativos!) de 13,5%.

A liminar atendeu a uma ação do IDEC - Instituto de Defesa do Consumidor, argumentando com conclusões do Tribunal de Contas da União de que “há falta de transparência na metodologia de cálculos da ANS”.

Gozado é que no saite da ANS se lê assim: “Quando você contrata um plano de saúde, passa a ter direitos a consultas, exames e cirurgias assegurados por lei e pelas normas do setor de saúde suplementar. É aí que entra a Agência Nacional de Saúde Suplementar, que além de regular a relação entre as empresas e seus beneficiários, orienta a sociedade e atua para que os planos cumpram as regras e se mantenham economicamente viáveis para prestarem o atendimento contratado pelo consumidor”.

Na prática, a opaca ANS ainda não aprendeu que saúde é obrigação do Estado. E este, na prática, incentiva a saúde como...negócio.

Ou seria “negó$io”?


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