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Edição de terça-feira ,10 de dezembro de 2019.

Sem Senado, só OAB!



O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, garantiu ontem, às 18h., ao Espaço Vital, que não se filiará a partido político algum e, assim, não concorrerá ao Senado, nem a qualquer outro cargo eletivo. O prazo possível para a filiação vai até sábado (7).

Não há como cogitar outra decisão. Neste grave momento nacional, não tenho como deixar a Ordem que é, totalmente, mais importante para a Nação do que qualquer partido político brasileiro” – disse. Ele fica na presidência da entidade até janeiro de 2019. “Temos dez meses para participar da reconstrução” – arrematou.

O número total de senadores no Brasil é 81. Os 26 Estados, mais o Distrito Federal, elegem três senadores cada. O tempo de mandato de um senador é de 8 anos, porém as eleições para o cargo são de quatro em quatro anos; assim, alternadamente, renovam-se as cadeiras por um e dois terços.

Nas últimas eleições para o cargo em 2014, foram eleitos um terço de novos senadores. Estes – como exemplificativamente Lasier Martins - ficarão no cargo até 2022. Nas eleições de 2018, serão eleitos dois terços; ou 54 novos senadores, que terão mandatos até 2026.

Como serão 54 cadeiras livres, cada Estado (mais o Distrito Federal) elegerá dois senadores. E cada vaga atrela dois suplentes.

Ana Amélia Lemos (PP, 72 de idade) e Paulo Paim (PT, 68 anos) finalizam seus respectivos primeiros mandatos de senadores, mas provavelmente buscarão a reeleição. Germano Rigotto (PMDB) pode ser candidato. E o Podemos – o que mais assediava Lamachia – fica, por ora, sem candidato. O partido tem o senador paranaense Álvaro Dias (terceiro mandato consecutivo) e o carioca Romário como seus expoentes.

Fundado em 1995 como Partido Trabalhista Nacional, em 2016 mudou de nome. E explicou que a inspiração para a denominação atual vem do slogan da primeira campanha de Barack Obama à presidência dos Estados Unidos, "Sim, nós podemos" (´Yes, we can´).


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Sua manifestação será veiculada em nossa próxima edição.

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