Ir para o conteúdo principal

Edição de quinta-feira ,14 de novembro de 2019.

Ninguém sabe, ninguém viu...



Pérola processual
"Certifico que em diligências nesta, deixei de citar xxx (nome preservado), ante o fato de que o dito não mais reside no endereço indicado no mandado e segundo informações obtidas naquele endereço, o endereço de sua ex-amásia, o requerido/promovido “sumiu”, ninguém sabe o seu paradeiro, nem mesmos seus parentes. Assim, devolvo o mandado à escrivania para os devidos fins. Dou fé".

.............
De uma certidão lavrada por oficial de justiça,em ação cível de cobrança, em Goiás.
 

A PALAVRA DO LEITOR

Se você quiser comentar ou esclarecer alguma notícia, disponha deste espaço.
Sua manifestação será veiculada em nossa próxima edição.

Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

O “jus sperniandi

Expressão de falso latinismo alude ao espernear de uma criança, inconformada com uma ordem de seus pais. E juiz gaúcho não manda tarjar palavras inconvenientes em petição porque , “no processo eletrônico é inviável riscar uma expressão dos autos”.

A importância da caneta

Ao cumprir diligência citatória, oficial de justiça deixa de colher a assinatura do réu porque “ninguém tinha caneta na hora”.

"In tontum"

Equívoco advocatício. Petição para que a ação seja julgada procedente"IN TONTUM"...