A “união estável” de Luiza Brunet e Lírio Parisotto - Espaço Vital
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A “união estável” de Luiza Brunet e Lírio Parisotto

Imagem: Revista Quem
A “união estável” de Luiza Brunet e Lírio Parisotto


União de bilhão

(Até rimou...) Está na pauta de sexta-feira (1º.12), da 5ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo, o novo julgamento da apelação cível da ação em que a ex-modelo Luiza Brunet pede o reconhecimento de sua união estável com o investidor Lírio Albino Parisotto, 69 de idade, natural de Nova Bassano (RS). Ele é referido como “dono de uma fortuna de US$ 1,8 bilhão”.

A ação estava no STJ, mas foi devolvida porque a corte paulista não se pronunciou sobre 17 pontos da controvérsia. (Recurso especial nº 2.019.137).

O acórdão estadual anterior concluíra que “o relacionamento do casal não passou de mero namoro tormentoso, não constituindo uma união estável”.

O desforço físico e violento já completou sete anos. Em 2016, durante uma viagem a New York, o riquíssimo Parisotto agrediu a linda Luíza com um soco no olho e vários chutes. Isso custou o enquadramento dele na Lei Maria da Penha.

A condenação penal foi a de “prestar serviços comunitários por um ano, como medida socioeducativa”. E, durante dois anos, apresentar-se pessoalmente no fórum da condenação, todos os meses.


“Jus verdade”...

Vai entrar na pauta do do TJRS de 11 ou 18 de dezembro o julgamento preliminar do caso da juíza gaúcha Lourdes Helena Pacheco da Silva. No dia 7 de maio - mesmo com a sua CNH cassada - ela dirigia seu automóvel e considerou-se no direito de ocupar uma vaga de cadeirante, no Shopping Iguatemi.

Deu o maior auê, porque um cidadão com deficiências de mobilidade percebeu e deu o estrilo. Até o 190 entrou em ação.

Os 25 desembargadores do Órgão Especial decidirão se a magistrada responderá, ou não, a futuro procedimento administrativo-disciplinar. Em outras palavras: prossiga-se, ou... arquive-se.

Madame Tartaruga Forense calculou que já terão sido sete meses de demora.


Vergonhas do sistema

Dados tabulados em 30 de junho último - só agora disponíveis - revelam que, nos últimos cinco anos, morreram no Sistema Penitenciário Nacional exatos 111.960 presos. A média mensal é de 1.866 óbitos. Os dados são da Secretaria Nacional de Políticas Penais e já estão com o Conselho Nacional de Justiça. (Pra fazer o quê?...)

Detalhe assustador: 70.112 dessas mortes tiveram uma ou mais destas cinco causas:

a) insuficiência respiratória;

b) insuficiência cardíaca;

c) pneumonia;

d) tuberculose;

e) sepse.

Em linguagem bem específica, esta última vem a ser “infecção e/ou podridão de matérias ou tecidos orgânicos”. Que horror!


Parada da internet

“A internet do país vai parar!”. Esta frase exclamativa é de Fábio Andrade, vice-presidente da operadora Claro. O alerta é pertinente.

“A possível instalação de uma usina de dessalinização de água em Fortaleza ameaça cabos submarinos que conectam a internet do Brasil com a de outros continentes” - diz ele.


Todo cuidado é pouco

O STF - cada vez mais na berlinda - abriu licitação para um rol instigante de compras. Pra começar, 20 cassetetes para enfrentar tumultos.

Tem mais: 20 capacetes; 22 máscaras contra gás; e seis fuzis Fire Eagle calibre 9x19 mm.

São inegáveis reforços no arsenal supremo.


Pix pistola

A revista IstoÉ revelou no fim-de-semana um caso de como o Brasil é surreal, quando o tema é violência. Um assaltante armado dentro de um ônibus, na (nobre) Barra da Tijuca carioca, ordenou a quatro vítimas, em conjunto, que cada uma delas, instantaneamente, lhe transferissem R$ 300.

Todas atenderam a ordem. O caso resultou num quádruplo boletim de ocorrências. Há cópias dele: roubo de R$ 1.200 em tempo real.


Direito à herança

O cirurgião dentista Igor Palhano descobriu, recentemente, ser filho do comediante Antônio Carlos Bernardes, o “Mussum”, falecido em 1994, aos 53 de idade. E o herdeiro aguarda da Justiça o reconhecimento da paternidade. (Registralmente só havia um outro único filho reconhecido).

Ao defender seu direito à herança deixada pelo pai, ele lançou uma frase realista: “Falou em dinheiro, todo mundo muda de jeito e de lado”...


Nada angelical, o melhor beijador, riscos de viajar ao Rio, etc.

  • Nada angelical - Aniversariante no sábado (25) de seu cinquentenário de vida, a apresentadora Angélica admitiu: “Tenho um outro lado nada angelical”. E justificou: “Começar cedo deixa sequelas”. Ela iniciou sua carreira televisiva em 1977 quando tinha apenas quatro anos de idade.
  • Beijo técnico? - Da seara artística também estas frases da atriz Suzana Vieira (81 de idade) sobre a rotina profissional de artistas: “A gente não beija técnico, claro que não. Você abre uma boca, um lábio em cima do outro, a língua pra lá e pra cá. Isso é beijo quente”. Ela aproveitou para reconhecer que o “ator que melhor beijava, era José Wilker, disparado”. Ele morreu aos 70 de idade em 2014.
  • Lá vai milhão... - A TV Justiça (quem assiste?...) do Supremo vai trocar de endereço. A mudança será para um prédio ao lado da sede do tribunal. Cifra da operação: R$ 1,5 milhão.
  • Custo violência - Interessante que saibam os gaúchos que frequentemente vão ao Rio de Janeiro: os recentes casos de violência contra turistas não afetaram o percentual de ocupação da rede hoteleira, que permanece em 70%. O problema é que subiu para 5% o percentual do custo dos hotéis com a segurança. A média mundial é de 2%. E raramente chega a 3%.

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