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Edição de terça-feira , 18 de fevereiro de 2020.
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Ação de igreja contra Netflix e Porta dos Fundos pede indenização de R$ 1 bilhão



Arte EV sobre reprodução do YouTube

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A Igreja Pentecostal Brasa Viva ingressou, na Justiça do Rio de Janeiro, com uma rara ação contra a Netflix Entretenimento Brasil Ltda. e o grupo Porta dos Fundos Produtora e Distribuidora Audiovisual. A controvérsia gira em torno do conteúdo de um filme (“Se Beber Não Ceie”) lançado em dezembro de 2018 (nada a ver com a produção de dezembro de 2019 que satiriza a última ceia). O pedido de indenização por dano moral é de R$ 1 bilhão.

Em explícita sátira, o filme ironiza o universo bíblico. Após a última ceia, regada com muito vinho, os discípulos – sob o torpor da ressaca - percebem que perderam seu messias. A produção brasileiro estreou, via Netflix, no dia 21 de dezembro de 2018, e foi disponibilizada em todo o mundo.

Flávio Porchat faz o papel de Jesus. A pedido do governo de Singapura, “Se Beber Não Ceie” foi retirado da disponibilidade daquela cidade-insular constituída por 63 ilhas. (Proc. nº 0003791-41.2020.8.19.0205).

VEJA O TRAILER DE “SE BEBER, NÃO CEIE”.

O poder da Netflix

A Netflix, provedora global de filmes e séries de televisão via streaming (fluxo de dados ou conteúdos multimídia), é sediada em Los Gatos, Califórnia, e atualmente possui mais de 160 milhões de assinantes. Fundada em 1997 nos EUA, surgiu como um serviço de entrega de DVD pelo correio.

A expansão do streaming, disponível nos Estados Unidos a partir de 2007, começou pelo Canadá em 2010. Hoje, ele está em todo o mundo – menos China, Síria, Coreia do Norte e Crimeia. Com 5 mil empregados, a Netflix distribui os vídeos em 22 idiomas. Tem uma receita anual (2018) de US 12 bilhões.

A pedido do governo de Singapura, “Se Beber Não Ceie” foi retirado da disponibilidade daquela cidade-insular constituída por 63 ilhas. A Netflix diz que não recebeu nenhum outro pedido de bloqueio do streaming.


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