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Edição de terça-feira , 21 de maio de 2019.
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Antes que o governo Temer acabe, o gaúcho Carlos Marun vai fazer uma “inspeção” no Líbano



Chargista Nani – NaniHumor.com

Imagem da Matéria

 Antes que acabe (1)

Com o perdão do circunlóquio, há vários meses o governo Temer está começando a acabar. Mas antes do “The End” definitivo, o porto-alegrense Carlos Marun, 58 de idade – notório líder da “tropa de choque” de Eduardo Cunha e Michel Temer (os três do MDB) – ainda vai tirar sua casquinha.

Marun está indo, na próxima semana, ao Líbano, em missão oficial, para - acreditem - inspecionar a força-tarefa marítima brasileira que, em missão de paz, está estacionada em Beirute.

A 20 dias do final do atual governo ainda dá tempo de desfrutar de primeira classe nos melhores aviões e receber interessantes diárias em dólares.

Mãe União promete ser generosa até o dia 31.

 Antes que acabe (2)

Na mesma linha da nota aí de cima, o Ministério dos Direitos Humanos do governo Temer está com os dias contados. Mas a ouvidora nacional de Direitos Humanos, Larissa Oliveira Rêgo, e a coordenadora-geral de Gestão do Disque Direitos Humanos, Laura Guedes de Souza, estão noutra.

Desde sábado (1º) realizam uma prosaica “visita técnica de prospecção” a órgãos europeus que executam serviços correlatos aos que exercem em Brasília.

Até o dia 9, a dupla estará em Lisboa e Viena. Naturalmente, com ônus aos cofres públicos.

E não se fala em economia da nação.

 Da filhinha para o papai

A deputada federal Clarissa Garotinho (PROS/RJ) apresentou um projeto de lei estabelecendo que aqueles que tiverem condenação criminal transitada em julgado - em que as penas forem substituídas por medidas restritivas de direitos, como a prestação de serviços comunitários - não perderão seus direitos políticos.

Mera, mas sutil, coincidência: o projeto foi apresentado logo que papai Anthony Garotinho, ex-governador carioca, começou a prestar serviços comunitários no Instituto de Psiquiatria da UFRJ, após ser condenado por calúnia contra o juiz federal Marcelo Leonardo Tavares.(Proc. nº 0502038-31.2015.4.02.5101).

 Ressaca do mensalão

A defesa do publicitário Marcos Valério, apontado como operador do mensalão (aquele primeiro, do qual Lula “não sabia”) deu nova cartada no STF.

Um extrato da execução da pena, emitido pela Vara de Execuções Criminais de Contagem (MG), busca dar suporte à tese de que “o único envolvido no esquema ainda preso já deveria ter ido para o regime semiaberto”.

Em novembro, advogados do empresário fizeram pleito parecido – e não acolhido pelo ministro Luís Roberto Barroso - relator do caso.

 Vox populi

Magno Malta vai passar o Natal naquela Belém (não é a capital do Pará) onde nasceu Jesus. Na Palestina, Magno tentará assumir uma vaga de figurante no presépio original”.

O zagueiro Bressan, que está indo jogar futebol em Miami, recusou-se a receber da torcida gremista uma homenagem. Seria uma estátua a ser erigida junto aos escombros do Estádio Olímpico. Para a execução, Bressan teria que engolir três quilos de cimento”. (Das redes sociais)

 Justiça celestial

Morreu anteontem (5) o ex-executivo da Petrobras Paulo Roberto Buarque Carneiro, que era réu num esquema de propinas envolvendo a holandesa SBM e a estatal brasileira.

Buarque foi condenado pela Justiça Federal, em primeiro grau, a 24 anos, 10 meses e 20 dias de prisão, além de multa de 506 salários mínimos e a devolução de US$ 8.498.603,73.


A PALAVRA DO LEITOR

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Sua manifestação será veiculada em nossa próxima edição.

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