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Edição de sexta-feira , 21 de dezembro de 2018.

Casa da mãe Joana, onde todos entram e saem à vontade...



A propósito do título do artigo
que abre esta edição do
Espaço Vital, uma pesquisa
sobre quem foi a personagem
Joana.

A expressão "casa da mãe Joana" alude a um lugar em que vale tudo, onde todo mundo pode entrar, mandar, sair - uma espécie de grau zero de organização.

A mulher que deu nome a tal casa viveu no século 14. Joana I era condessa de Provença e rainha de Nápoles (Itália), entre 1346 e 1382.

Teve a vida cheia de confusões. Em 1347, aos 21 anos de idade, Joana regulamentou os bordéis da cidade de Avignon, em cuja zona ela vivia refugiada. Uma das normas dizia: "o lugar terá uma porta por onde todos possam entrar", imperando, portanto indisciplina, desrespeito, dentre outros.

Transposta para Portugal, a expressão “paço-da-mãe-joana” virou sinônimo de prostíbulo. Trazido para o Brasil, o termo “paço”, por não ser da linguagem popular, foi substituído por “casa” - e “casa da mãe Joana” e serviu, por extensão, para indicar o lugar ou situação em que cada um faz o que quer, onde imperam a desordem, a desorganização.


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