A roda volta a ser redonda lá pelo Beira-Rio. A bola também


No domingo a expectativa colorada dizia respeito a efetiva retomada do caminho das vitórias. O resultado frente ao Flamengo poderia ter sido algo extraordinário.

Veio o Fluminense, partida difícil com o adversário buscando continuamente reverter o placar. Foi surpreendente, o Internacional não abdicou da busca por um resultado favorável. Não se acomodou diante do empate e até o último segundo ofereceu perigo.

Assim como diante do Flamengo, quatro gols que serviram para tirar o peso das costas do torcedor e reafirmar que as coisas mudaram e começaram a dar resultado.

Nem nenhum lance mágico, sem contratações retumbantes ou estratégias alucinadas. Disputando partida a partida estamos colhendo ótimos resultados. O time adquiriu confiança e o técnico revela ter o controle da situação.

Temos que seguir sem abandonar a humildade e colocando em prática a experiência dos profissionais que compõem a comissão técnica.

Seria muito menos traumático se o cavalo-de-pau pretendido com o Angel Ramirez não tivesse ocorrido.

Mas a semana anterior também foi marcada pelo anúncio do nome do vice-presidente de futebol, Emilio Papaléo Zin, meu amigo de longa data. Homem educado, ponderado e firme, antes de mais nada conhece o clube e tem uma grande capacidade de diálogo. Também tem todas as condições de desenvolver um grande trabalho, preenchendo o vácuo existente. É um colorado abnegado, apaixonado e conhecedor de futebol.

Desejo que ele faça uma brilhante gestão, regatando o passado, afirmando o presente, e projetando o futuro do nosso grandioso clube.

Almejo que o próximo nome de inclusão seja o do Fernando Záchia, para reestruturar a base colorada.

Passo a passo, a roda volta a ser redonda lá pelo Beira-Rio. A bola também.