Pichação nos muros: “Volte a comer a bola, Neymar!”


Ø Das redes sociais

> Pichação nos muros do centro de treinamento da seleção brasileira, em Teresópolis: “Volte a comer a bola, Neymar!

> A comunidade evangélica do Flamengo está preocupada. O perigo decorrente da contratação do treinador português Jorge Jesus é, após alguma eventual série de derrotas, o nome do senhor ser incentivado em coro no Maracanã: “Oi, Jesus, vai tomar... naquele lugar”.

> “Por causa do Neymar, esta semana no Facebook eu conheci novas palavras do vernáculo: o estrupo, o instrupo e até o ex-tupro”.

Ø Uma dúvida

Tirada do jornalista carioca Nelson Motta, em O Globo, a propósito da novela de Paris: “ Afinal, os dois se encontraram para transar ou para filmar?”.

Ø Planos de saúde argentários

Rezem! O STJ julgará, em breve – mais provavelmente no segundo semestre – com repercussão geral, se os contratos dos planos de saúde coletivos podem, ou não, conter uma cláusula que reajusta o valor da mensalidade, à medida em que o(s) cliente(s) vai/vão envelhecendo.

O que for decidido passará a ser aplicado por todos os juízes e tribunais do país.

Ø De quem a ANS go$ta...

Aliás, sob os olhares contemplativos da Agência Nacional da Saúde (ANS), de cinco anos para cá, as mensalidades dos planos de saúde se transformaram em um dois maiores dramas dos brasileiros, notadamente os mais idosos.

Ø A ANAC também...

Ø Por falar em “olhares contemplativos”, a ANAC segue fazendo a sua parte para pre$tigiar a$ empre$a$ aéreas na cobrança pela$ mala$. A propósito, leiam nesta mesma edição do Espaço Vital, o artigo “Nunca existiu bagagem grátis”. O texto sugere muitas desconfianças. (Clique aqui).

 Suspeição rejeitada

O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, do TRF-4, rejeitou a exceção de suspeição interposta, contra ele, no dia 30 de maio, pela defesa de Lula. No incidente, os advogados questionaram a imparcialidade do relator dos processos da Operação Lava Jato para atuar no futuro julgamento da ação que apura a propriedade do sítio de Atibaia (SP).

A defesa alegou que Gebran tem “uma relação de amizade íntima com o ex-juiz federal e atual ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sérgio Moro” e que “no julgamento do processo do tríplex do Guarujá (SP) o trâmite foi acelerado para obstar a candidatura do réu à Presidência da República”.

Rejeitada a exceção de suspeição, Gebran Neto remeteu o processo para a 4ª Seção do TRF-4, que julgará o incidente sem a participação do magistrado contra quem formulada a impugnação.