As supremas especulações sobre dois futuros ministros do STF


[1ja] Quem sobe!

Magistrado de carreira desde 1993, o desembargador federal João Pedro Gebran Neto – um dos integrantes da 8ª Turma do TRF-4 que julga os recursos das ações penais da Lava Jato – entrou ontem (15) em antecipado tititi da “rádio-corredor” do Conselho Federal da OAB.

Locutores jurídicos propagaram que “Gebran será o primeiro escolhido por Jair Bolsonaro na vaga que se abrirá em 1º de novembro de 2020 com a aposentadoria compulsória do paulista Celso de Mello”.

Da mesma fonte: “Só a segunda vaga, que se abrirá em 12 de julho de 2021 com a aposentadoria do carioca Marco Aurélio Mello, é que será destinada a Sérgio Moro – que, terá até então mais dois anos e três meses para caçar corruptos e tratar das mudanças dos arcabouços da legislação penal”.

Sérgio Moro era juiz de carreira desde 1996 – mas em dezembro passado renunciou ao cargo, para assumir o Ministério da Justiça e, oportunamente decidir sobre seu futuro profissional.

Um outro jurisconsulto logo complementou: “A depender do cenário político, Sérgio Moro poderá, porém, desistir do Supremo e ficar ministro da Justiça para em 2022 se candidatar à Presidência da República”.

[2ja]  “Menino de ouro”

Durante a investigação que culminou no indiciamento do gaúcho Anderson Dornelles, ex-assessor de confiança de Dilma Rousseff durante quase 20 anos, a Polícia Federal descobriu um currículo de gaveta.

Chamado de “bebê” e “menino de ouro” e tido como o auxiliar preferido da ex-presidente da República – mas cansado de viver no Brasil – Anderson havia pedido, a Marcelo Odebrecht, um emprego em Londres. O mega operador da construção civil respondeu, porém, negativamente: “É que a Odebrecht não tem escritório na capital inglesa”.

Em tempo: por força das circunstâncias políticas, Anderson foi nomeado, em fevereiro, para assessorar a liderança do Avante na Câmara dos Deputados. Ele ocupa “cargo de natureza especial-09”, que rende R$ 11,6 mil mensais.

Não dá direito a penduricalhos.

[3ja] Onde está?

Supostamente em “lugar incerto e não sabido”, a fortuna pretensamente amealhada por Michel Temer entrou nas buscas do MPF do Rio de Janeiro.

A linha investigativa segue os mesmos preceitos e mandamentos usados para chegar aos US$ 100 milhões que Sérgio Cabral mantinha em paraísos financeiros no exterior.

 [ja!] Anuidade zero na OAB

O Conselho Federal da OAB assinou contrato com a empresa Deloitte (de capital belga, com filiais no Brasil) para criar e implementar o programa Anuidade Zero, que permitirá que advogados troquem pontos de suas compras via cartões de crédito, ou em estabelecimentos credenciados, por descontos em anuidades.

A medida já existe experimentalmente em seccionais, e a expectativa é que a ação nacional comece a funcionar em agosto em todo o país. O presidente nacional Felipe Santa Cruz afirmou que “o programa será uma das prioridades da atual gestão”.

O programa funcionaria como um serviço de pagamento com bonificação. O valor gasto em compras em lojas, aquisição de passagens e pagamento de refeições seria convertido em pontos, depois transformados em descontos ou no abatimento total no valor da anuidade.

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