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Edição de TERÇA-feira, 13 de novembro de 2018.

As notas oficiais que não são completas, mas confirmam a ofensiva criminosa



As publicações oficiais feitas pela OAB-RS e pelo TJRS, a propósito dos desdobramentos da Operações Gangster e Ruína – desencadeadas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do RS - são superficiais e não revelam os nomes dos três advogados denunciados e do juiz que os criminosos pretendiam matar.

O que disse a OAB-RS

A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Rio Grande do Sul (OAB-RS) vem por meio desta se manifestar a respeito de uma investigação, envolvendo advogados com facção criminosa do Estado do Rio Grande do Sul:

1. A OAB-RS reprova e não compactua com qualquer advogado ou advogada que atue à margem da ética profissional.

2. Os advogados citados estão suspensos preventivamente do exercício da profissão pela OAB-RS.

3. A OAB/RS abrirá processo ético-disciplinar para apurar todas as circunstâncias do caso e a responsabilidade administrativa dos advogados no presente episódio.

4. Cabe esclarecer à sociedade que este caso é uma exceção, e que todas as prerrogativas dos advogados que atuam dentro da ética sempre serão defendidas pela OAB/RS”.

O que disse o TJRS

“Em relação à notícia veiculada sobre ameaças a magistrado da Vara do Júri da Capital, a Administração do Tribunal de Justiça informa que já de algum tempo tinha ciência dos fatos e acompanhava atentamente a situação.

Desde o primeiro momento, de forma discreta e sigilosa, no intuito de preservar a integridade do juiz, disponibilizou de imediato segurança integral para ele e seus familiares, além de providenciar seu reposicionamento na jurisdição.

Ainda, importante salientar que o Tribunal de Justiça conta com eficazes dispositivos de segurança em suas dependências para preservar magistrados, o que inclui a Vara do Júri da Capital; isso inclui portais, segurança reforçada e outras providências que são mantidas em sigilo, além de novas instalações, recentemente inauguradas e projetadas especialmente para o plenário do júri”.


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