Ir para o conteúdo principal

Edição sexta-feira , 20 de julho de 2018.

MPF isenta brasileiros de responsabilidade no acidente da Chapecoense



O Ministério Público Federal encerrou ontem (26) o inquérito para apurar as causas do acidente aéreo com o avião da LaMia que levava o time da Chapecoense para Medellín, na Colômbia, para a disputa da final da Copa Sul-americana em 28 de novembro do ano passado.

As investigações começaram em dezembro de 2016, após reunião com os Ministérios Públicos da Bolívia e Colômbia, ocorrida em Santa Cruz de la Sierra, cidade de onde partiu a aeronave.

Todos os elementos apurados apontam para falta de combustível como a principal causa da queda do avião, além de não haver evidências sobre participação de brasileiros no acidente.

“O Milagre de Chapecó”

Também esta semana a Justiça Estadual de Santa Catarina suspendeu a divulgação do documentário “O Milagre de Chapecó”, que narra a história do acidente aéreo  com a Chapecoense, que matou 71 pessoas. Produzido pela Cinegráfica Trailer, sob comando do uruguaio Luiz Ara, o filme tinha data de estreia – também suspensa – para 30 de novembro, dois dias após a tragédia completar um ano.

O clube entrou na Justiça alegando que houve divulgação do documentário sem o conhecimento ou aprovação da diretoria do clube. O clube catarinense fez uma parceria com a empresa, mas alega que teria enviado e-mails para a produtora, sem ter recebido resposta para a produção do plano de filmagem.

A ideia dos dirigentes era que o documentário tratasse da história do clube, fundado em 10 de maio de 1973, mas o trailer que chegou a ser exibido destaca apenas o acidente aéreo.


Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

Lula não tem direito a dar entrevistas

Juíza que tem jurisdição sobre a execução da pena imposta ao ex-presidente nega pedido da Folha de São Paulo, SBT e Portal Uol.

Foi-se a Copa?

Versos de Carlos Drummond de Andrade, logo depois da Copa do Mundo de 1978 (Argentina campeã), vaticinaram que os brasileiros (derrotados) podem cuidar de outros problemas. O que acontecerá se Tóffoli assumir a presidência do STF em agosto de 2018?

Assédio em transporte escolar

TJRS confirma, em reexame necessário, sentença cível que determinou afastamento do condutor de veículo oficial que conduzia estudantes. Mas no juízo criminal houve a ocorrência da prescrição punitiva.