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Sexta-Feira, 15 de Dezembro de 2017

Que surpresa chocante, que nojo!



Monitoramento do aeroporto de Baiyun, China

Imagem da Matéria

Agentes da alfândega no aeroporto internacional de Baiyun, no sudeste da China, tiveram uma surpresa desagradável ao abrir a mala de mão de um casal que chegava e descobrir cerca de 200 baratas vivas, na última sexta-feira. Na passagem pelo raio X, os funcionários perceberam um movimento estranho na bagagem.

"Havia um sacola de plástico branca com vários itens escuros se movendo dentro dela" – depôs a funcionária que abriu a maleta. “Foi, então, que a primeira de muitas baratas pularam para fora e foi uma correria de gente, escapando com nojo ou medo” – completou.

Os insetos fugitivos foram sendo fulminados, com o uso de variados objetos. Mas algumas dezenas permaneceram na maleta, que foi fechada às pressas.

O casal suspeito foi levado a um juiz plantonista, a quem o homem explicou: “Os insetos são usados para a manipulação de uma pomada para a pele da esposa”. Ante a incredulidade do magistrado, veio a informação adicional: “Trata-se de um remédio popular antigo, em que se misturam as baratas em creme medicinal, que então é colocado sobre a pele lesionada".

Ao constatar que a mulher continha escaras na pele, em fase de cicatrização, o magistrado liberou o casal e determinou que a maleta com as baratas restantes fosse levada de volta ao aeroporto para que , então, elas fossem eliminadas com o uso de um inseticida. A administração do aeroporto cumpriu a determinação judicial.

O casal comprometeu-se a comparecer à audiência de instrução, a ser designada logo depois que a Agência de Saúde do país se manifeste. De acordo com as regras de transporte aéreo na China – e na maioria dos países, mundo afora - não é permitido levar seres vivos na bagagem de mão.


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