Ir para o conteúdo principal

Terça-feira, 18 de Abril de 2017

Audiência trabalhista de Ronaldinho só em 8 de novembro



A audiência entre Flamengo e Ronaldinho foi marcada para o dia 8 de novembro, às 9h45, na 9ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. O atleta terá que comparecer pessoalmente, acompanhado por um advogado. Já o Flamengo terá que escolher um dirigente, ou preposto, para acompanhar seu advogado.
 
O meia-atacante move uma ação cobrando R$ 40 milhões em direitos trabalhistas e contratuais não pagos. Para o Flamengo, a dívida não passa de R$ 5 milhões. Caso não seja feito um acordo, o juiz fixará os limites acerca da controvérsia e designará audiência de instrução para outra data.

Anteontem (6) o Flamengo entrou com pedido de revisão da liminar concedida na semana passada, que permitiu que ao jogador deixar o Flamengo e assinar com o Atlético-MG.

O juiz que deferiu a liminar, André Luiz Amorim Franco, estava substituindo o titular da 9ª vara, Alexandre Couce de Menezes, que retornou de férias nesta quarta.

Talvez hoje (8) Menezes decida se cassa ou mantém a liminar assinada por seu colega. Caso seja cassada, Ronaldinho não poderá jogar pelo Atlético até nova decisão.

Apresentado na segunda-feira como reforço do clube mineiro, Ronaldinho enfrentaria o Bahia, anteontem (6) em Belo Horizonte, pela terceira rodada do Brasileiro.

Contudo, o departamento jurídico da Federação de Futebol do Rio de Janeiro não liberou o contrato do jogador. A entidade alegou que não foi intimada formalmente da decisão do juiz substituto da 9ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.

Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

Agressão a vendedor com galhos de árvores

O TST reconhece a cobrança abusiva contra trabalhador, e rejeita a tese da Cervejaria Schincariol de que estava sendo “testada a  capacidade dos empregados de superar dificuldades”.

Descanso para a mulher, antes da hora extra

Em caso oriundo do RS, o TST reconhece que mesmo que a prorrogação de trabalho seja por 40 minutos, ou menos até, antes de iniciar o período adicional, a trabalhadora tem direito a 15 minutos de pausa. “É norma de saúde, segurança e higiene do trabalho” – diz o julgado.