Terça-feira, 02 de Setembro de 2014

Mundo bizarro

Cansada de buscar o "marido ideal", mulher estadunidense se casa com ela mesma

Mundo bizarro   |   Publicação em 22.05.12

Reprodução/InFargo

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Aos 36 anos de idade,  Nadine Schweigert – uma estadunidense de Fargo, Estado de North Dakota - decidiu que não ia mais esperar pelo seu príncipe encantado. Mais que isso: ela tinha um ponto a provar ao mundo: que ela não precisava de nenhum homem para se sentir completa e plena em sua felicidade.

Há poucos dias ela se casou com ela mesma e, agora, é um casal de uma pessoa só. Em seu casamento, ela trajava um longo vestido de cetim azul e empunhava um chumaço de rosas brancas.

Diante de seus 45 convidados - que, neste caso, eram parentes e amigos da noiva e do noivo ao mesmo tempo -  ela trocou votos de fidelidade com ela mesma. "Eu, Nadine, prometo gozar do prazer de habitar minha própria vida e saborear um caso de amor comigo mesma" - disse na cerimônia, sem valor oficial, mas após a qual um suposto juiz de paz entregou a certidão de casamento. A solenidade foi realizada em um clube.

Depois disso, Nadine trocou anéis com ela mesma e, na hora do tradicional “pode beijar a noiva”, ela pediu aos seus convidados que jogassem beijos para todo mundo.

Nadine afirmou que, depois de três filhos e um divórcio, ela passou tempo demais esperando que alguém chegasse e a fizesse feliz. Um dia, porém, um amigo disse que ela não deveria precisar de ninguém para ser feliz e que ela deveria se casar consigo mesma.

No começo, foi estranho explicar aos outros o que queria fazer. Seu filho de 11 anos, todo revoltadinho, disse que não ia tomar parte naquilo, mas, depois, todo  mundo entendeu que aquilo era necessário para ela.

Logo após o casamento, Nadine recebeu seus convidados e partiu para a lua-de-mel em Nova Orleans. Destes momentos de intimidade não há detalhes - nem se sabe se ela chegou acompanhada, ou não...
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EDITOR EV

Marco Antonio Birnfeld formou-se advogado em 1971, pela PUC-RS. Foi em 1983 o primeiro juiz leigo dos Juizados Especiais de Porto Alegre, na época chamados de Juizados das Pequenas Causas. Atuar ali (graciosamente) significava "prestar relevante serviço público". Em um ano na função, alcançou o expressivo índice de 82% de conciliações.

Em 1º de janeiro de 2014 completou dez anos de exercício no cargo de conselheiro seccional da OAB-RS - mandatos alcançados em quatro eleições sucessivas.

Abandonou a Advocacia contenciosa em 2012, decepcionado com "o crescimento jurisdicional da estagiariocracia". Reside à beira-mar em Itajaí (SC), mas mensalmente está em Porto Alegre, para atender compromissos com a Ordem gaúcha.

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