Ir para o conteúdo principal

Terça-Feira, 19 setembro de 2017

Pensar em Dia Internacional da Mulher é pensar em luta - Artigo de Arilson da Silva



Artigos
 Por Arilson da Silva,
presidente do Sindicato dos Bancários de Mato Grosso

Pensar em dia internacional da mulher é pensar em igualdade. Não por acaso a data 8 de março foi definida para lembrar as lutas das mulheres na sociedade por respeito, melhores condições de trabalho, valorização salarial, emprego digno, entre outras. A data nós faz refletir acerca de como a mulher é vista no ambiente de trabalho e como ela está sendo tratada.

De acordo com pesquisa realizada pelo Dieese na Confederação dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT), as mulheres que trabalham no setor financeiro ganham menos que os homens, atendem mais clientes, são mais escolarizadas, são menos promovidas e ficam menos nos bancos. Esta realidade lamentável mostra que nossa sociedade não está respeitando as mulheres.

O mais agravante é que se a mulher for negra, sua situação no sistema financeiro é ainda pior, pois as oportunidades se limitam a cargos inferiores com pouquíssimas chances de ascensão. As mulheres encaram desafios diários nos bancos e ao perceber a falta de perspectiva, abrem mão do emprego, isso quando não são substituídas por outras mulheres que são mais jovens.

Pensar em dia internacional da mulher é pensar em respeito. Respeito aos direitos humanos, onde todos devem ser tratados com igualdade, onde o emprego seja uma conquista com base na competência e não no gênero. Ser valorizada, ter o direito de ser mulher, ser mãe, ter responsabilidades, são características marcantes nas trabalhadoras que lutam diariamente por reconhecimento.

A melhor forma de comemorar a data internacional da mulher é manter a luta por igualdade onde todas as pessoas são igualmente valorizadas. Parabéns, mulheres trabalhadoras pelo dia internacional.

Comentários

Banner publicitário

Notícias Relacionadas

Suprema Corte Britânica julga ilegais normas semelhantes às da reforma trabalhista brasileira

O tribunal do Reino Unido considerou que “a imposição de taxas para o ajuizamento de demandas levou a uma dramática queda no número de ações e que muitos trabalhadores deixaram de buscar seus direitos com receio de perder e ainda serem obrigados a arcar com as custas processuais”. Artigo de Pedro Henrique Koeche Cunha, advogado (OAB-RS nº 104.102).

O emblemático caso do primata que se fotografou

Uma ação judicial que terminou em acordo. “O caso levanta questões inovadoras sobre a expansão dos direitos legais para os animais”.

Artigo de Felipe Pierozan, especialista em Direito da Propriedade Intelectual, sócio do Pierozan Advocacia & Consultoria

Nada ecológico: o TJRS insiste no uso do papel...

Formulário de devolução de autos. “Soa como uma brincadeira de gosto duvidoso mormente quando lemos as metas do Programa de Logística Sustentável do tribunal que lista a necessidade de redução do consumo justamente de papel”. Artigo do advogado José Serpa Júnior.

Nós não vai ser preso”...

... Mas foram! Propinas para mais de 1.800 políticos. “Nas cleptocracias parasitárias, as elites dirigentes que governam a nação praticam o abominável capitalismo bandido. Neste tipo, o deplorável poder do dinheiro (frequentemente) corrompe o humano”. Artigo do jurista Luiz Flávio Gomes.

República de regalias

“A emenda à Constituição que acaba com o foro privilegiado é uma demanda urgente e necessária. Afinal, já se passaram 127 anos da Proclamação da República e 32 anos do fim da ditadura militar. Não faz mais sentido mantermos no arcabouço legal alguns privilégios típicos de impérios e ditaduras”. Artigo de Claudio Lamachia, presidente nacional da OAB.

Chargista Nani – www.NaniHumor.com

Subproduto perverso da faxina ética

 

Subproduto perverso da faxina ética

Reação ao artigo do presidente da Associação do Ministério Público do RS. “Alguns atores estão com seus egos superdimensionados e consideram-se divindades, com direito a tudo, mesmo em detrimento às regras legais”.Artigo de Carlos Thomaz Ávila Albornoz, advogado (nº 6.425) e conselheiro seccional da OAB-RS.