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Terça-feira, 01 de Setembro de 2015


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O advogado burro e o deputado (in) escrupuloso

 

O advogado burro e o deputado (in) escrupuloso

A contestação a uma ação de despejo foi reveladora de que seu signatário não tinha o mínimo de formação cultural.  “O primarismo é palmar, de ignóbil nível de conhecimento jurídico, com erros crassos de português” – informou o juiz à OAB.

Condenação de escrivã por demora cartorária

Cidadão condenado em ação de despejo ficou com sua conta bancária – em que recebia salários – bloqueada por vários meses, porque cartório não expediu ofício de liberação, que fora determinado pelo juiz. Mas a ação indenizatória contra a demora já dura seis anos e cinco meses.

Arte EV sobre foto da Gazeta do Povo

Justiça gratuita ´vip´

 

Justiça gratuita ´vip´

Presidente do TJ de São Paulo, desembargador José Renato Nalini, obtem “diferimento”. Em uma ação de cumprimento de sentença, que move contra o Banco do Brasil, cobrando R$ 467 mil, vai pagar as custas processuais só no final do processo.

Acórdãos da Justiça Federal que ainda não consegui entender”!

Advogado comenta a discrepância – num mesmo processo – da fixação de honorários sucumbenciais.  “Quando a autora deveria pagar, o percentual de 10% se mostrava adequado... Quando o encargo era da União, 1% estava de bom tamanho... E para completar a falta de parâmetros, a Fazenda Pública deve pagar R$ 10 mil  a entidade que conseguiu sua exclusão da lide.  São decisões que, entre si cotejadas, ainda não consegui entender”...